Viper – Entrevista exclusiva com a banda

Com o show em SP marcado para o dia 24 de maio, o Viper está de volta à ativa. Em entrevista exclusiva concedida ao Whiplash!, no estúdio Guilas, em SP, o Viper fala da carreira, planos e, claro, do show.

Entrevista e fotos por Fernanda Zorzetto
Perguntas por André Toral e Fernanda Zorzetto

WHIPLASH! – Vocês andaram muito tempo sumidos. Porquê a banda acabou? O que aconteceu neste período? E que projetos pessoais envolveram cada um de vocês?

Pit / Na verdade, entre a gente, a gente nunca falou a palavra “acabou”…
Felipe / A gente costuma usar a expressão “hibernou”.
Pit / Porque cada um foi se envolvendo em uma série de outras coisas e…
Yves / Além disso teve o rolo com a gravadora Castle também…
Felipe / Tudo começou quando, em 96, a gente lançou o disco “Tem Pra Todo Mundo”, em português. E a gente lançou por uma gravadora chamada Castle. E essa gravadora acabou não lançando o disco direito, o disco praticamente nem saiu direito, nem foi muito distribuído e a gravadora quebrou. O disco ficou parado um tempo, a gente entrou com ação na justiça e a gente acabou se preocupando mais com essa parte da justiça, com os advogados, que em tocar; o que nos deixou meio parados. Então isso foi se prolongando e cada um começou a fazer outra coisa…
Pit / … e demos uma desencanada durante um tempo.
Yves / Eu escrevi um livro nesse tempo, chamado “Temporada na Estrada”, que fala sobre o Viper, as viagens, de antes…
Felipe / O Pit continuou compondo e eu virei meio jornalista…
Yves / Mas a gente sempre continuou tocando.
Felipe / E a gente nunca se separou porque mesmo sem ter a banda tocando e ensaiando todo dia, a gente continuou se encontrando direto… não sei se felizmente ou infelizmente mas… (risos)

WHIPLASH! – No dia 24 de maio próximo o Viper estará se reunindo para tocar ao vivo depois de tantos anos. Qual é o objetivo inicial desse show? Vocês pretendem reaparecer na cena?

Pit / Aí tem toda uma história… A gente ainda se juntava pra tocar de vez em quando, por diversão. A gente se reunia pra tocar covers de bandas que a gente gostava…
Felipe / Ou detestava… (risos) Que nem tem um pessoal que se junta pra jogar futebol de vez em quando, a gente se juntava pra tocar. Daí o Guilherme (N.R.: Guilherme Martins, batera no Theatre e atual) abriu esse estúdio e a gente combinou de vir aqui ensaiar esses covers e tal. Aí a gente começou a tocar as músicas do Viper. Então foi uma coisa natural; “pô, a gente tá ensaiando direto aqui. Porquê a gente não marca um show, né?”
Yves / Então a gente foi atrás e consegui marcar um show. A gente começou a ensaiar e houve interesse. Algumas pessoas souberam e ligaram, alguns fãs falaram “porquê que vocês não voltam?”, e algumas pessoas do meio falaram “façam um show pra ver no que dá”.
Pit / Como a gente já tinha voltado a ensaiar as músicas do Viper, começou aquele comichão de fazer um show né…
Guilherme / A gente começou a ensaiar antes de marcar o show…
Pit / E algumas pessoas falavam “porquê vocês não fazem um show?”, e agente pensou “porquê não?”.

WHIPLASH! – Mas vocês pretendem fazer mais shows então? Têm algo planejado?

Felipe / Pretendemos. A gente espera que esse seja um começo pra uma tournê, pelo menos pelo Brasil, primeiro, e depois tentar fazer shows fora, como antes. Mas esse show do dia 24 de Maio vai ser a única data em São Paulo. E depois a gente deve pelo menos ir pra outras capitais; Curitiba, Salvador… Mas não tem nenhuma data marcada. As pessoas vão ficar sabendo sim, com o tempo. A gente está concentrando tudo nesse show primeiro…
Guilherme / A intenção é fazer bastante shows realmente. E tem muita cobrança, muita gente que quer ver o Viper tocando de novo.
Pit / É que quando a gente estava tocando antes, a gente tocou em quase o Brasil inteiro, então muita gente que não tem condições de vir pra São Paulo, vai poder ver o show né… Então a gente quer fazer isso também. E não dá para pensar em tudo que a gente está ensaiando, só para fazer um show.
Guilherme / E não só por isso, porque pra gente tá sendo muito legal essa volta também né…
Pit / A gente está curtindo né, pelo que você percebeu (N.R.: do ensaio)..
Guilherme / A energia que a gente tá botando no negócio, faz parte também dessa vontade.
Felipe / Embora seja meio clichê, a gente resolveu voltar as origens, fazer um som parecido com o de antes. Mais pesado e tal. Tanto que o Guilherme tá fazendo uns arranjos de batera bem porrada…
Guilherme / É um pouco mais hardcore assim… mas é metal.
Felipe / Vai ser metal como a gente fazia na época do Evolution, do Theatre…

WHIPLASH! – Vocês pretendem lançar algum álbum? Já têm gravadora ou já chegaram a estudar alguma? Como vai estar esse álbum? O Viper já tem algum material?

Pit / Gravadora não… Mas partindo do princípio de fazer uma tournê, na estrada inevitavelmente vão surgir músicas, então a gente está pensando em juntar tudo que a gente fizer na estrada pra fazer um álbum…
Felipe / Mas está bem natural assim…
Yves / É, está natural… não tem nada planejado assim…
Felipe / …É, “a gente vai voltar e vai fazer, sei lá, assim e tal… Não é tipo carta marcada, já está tudo certinho… A gente quer fazer esse show, o próximo passo seria a gravadora, gravar um disco novo…
Pit / Fazer mais shows… Nada do que a gente fez, na verdade foi muito planejado, a gente não planejou isso tudo, tipo “vamos voltar, fazer um show e vamos fazer um disco”. Isso naturalmente vai acontecendo e…
Felipe / E também acho que assim foi até melhor…
Guilherme / E mesmo porquê tá muito legal desse jeito…
Felipe / É, pra não voltar e ficar aquela coisa forçada… A volta, tudo planejadinho, como se fosse “A volta do Viper” e tal.
Pit / Tipo “O retorno da banda…” (risos)
Felipe / Então, a gente vai voltar, vai fazer show, a gente quer ver a reação das pessoas também… e a gente espera que nesse show, as pessoas gostem.
Pit / A gente quer divertir as pessoas que gostavam do Viper… em todas as épocas.

WHIPLASH! – E o material que vocês já têm, como está?
Felipe / Na verdade, acho que nesse show a gente vai tocar uma música nova…
Pit / A coisa é meio melódico, meio pesado… bem… rock pesado.
Felipe / A gente nunca planejou muito o que a gente ia fazer no próximo disco, tanto que todos os discos são meio diferentes um do outro. Acho que a gente já têm umas três ou quatro músicas prontas. Mas no show, a gente não queria voltar e fazer um show assim, privilegiando as músicas novas. Muita banda faz isso, “ah, tournê nova, então só toca música nova”, aí toca uma ou duas velhas. A gente quer fazer um show mesmo é pras pessoas que gostavam e todas as músicas famosas, que tocaram mais, vão estar nesse show…
Guilherme / Os fãs da banda antiga, são antigos também, então eles querem escutar coisas da carreira toda…
Felipe / A gente vai ser legal com os fãs. Não vamos tentar empurrar dez músicas novas pela goela. Vamos tocar uma ou duas, só pra dar um gosto do que vai ser e tal…
Pit / A pior coisa em show é quando toca música que você não conhece, você até agita mas… (risos)
Yves / Agita pra dar uma força (risos).
Pit / Você fica “legal essa música nova”, mas música nova você quer ouvir no disco, em casa… depois ouvir no show. Vamos tocar umas duas novas, mas não mais que isso.

WHIPLASH! – E elas já têm nomes definitivos? Vocês poderiam adiantar pra gente?
Yves / O nome não tá certo ainda não… (risos)
Felipe / Calma, eu vou explicar direito… Tem uma música, mas ela está híbrida (risos), o Pedrão pode explicar melhor…
Pit / É que eu escrevi em português primeiro… e eu tenho que passar para o inglês, mas não vou fazer a tradução literal porque as vezes não funciona. Então não sei direito como que eu vou botar o nome dela…

Imagem

WHIPLASH! – Várias bandas se juntarão hoje (N.R.: entrevista concedida no dia do festival, 5 de maio) para fazerem uma homenagem ao vivo para o Viper, além disso, um CD tributo será lançado. Neste show tributo, a maioria das bandas tocarão apenas material de Soldiers of Sunrise e Theatre of Fate. O quê vocês acharam da homenagem e o que vocês acham das bandas que estarão tocando?
Pit / Eu não conheço a maioria das bandas…
Yves / A maioria das bandas vão tocar músicas da fase em que o André estava. E o André me falou que isso é mais para uma ponte que a fase Viper faz para a atual carreira dele e tal… Aí eu fiquei sabendo que vão tocar Rebel Maniac também… Eu achei legal, é o máximo ter músicas de todos os discos.
Felipe / As pessoas às vezes esquecem que o Soldiers e o Theatre não tem nenhuma música do André, acho que tem uma acho…
Yves / Na verdade todas as músicas são do Pit né… Mas é legal Ter um show desses. Pro heavy metal é bom. E não necessariamente que as músicas mais famosas do Viper fossem desses dois discos, porque na verdade as que tocaram mais, tanto em clipe, quanto na rádio, foram na época do Evolution, né…
Pit / É que as bandas que estão tocando puxam mais pra esse lado Angra, esses negócios aí… mais melódico…
Felipe / A gente não conhece bem todas as bandas, mas são mais pra esse lado melódico, Iron Maiden e tal. Então é normal que eles gostem desses dois primeiros discos…
Guilherme / Mas a gente fica orgulhoso por essa homenagem…

WHIPLASH! – Mas, voltando ao show que haverá no dia 24 de maio, vocês pretendem fazer alguma versão diferente pra alguma música, ou algum cover?
Pit / Não é legal você ter muita mudança de clima em show, quando você toca com outros músicos…
Guilherme / As músicas vão ser tocadas mais ou menos do mesmo jeito.
Felipe / Ao vivo sempre acaba ficando um pouco mais rápido, mais pesado…
Pit / Outra coisa, é legal de improvisar… Palco é pra essas coisas, pra ir experimentando, isso faz bem pro músico né…

WHIPLASH! – E algum cover? Cover de banda brasileira?
Felipe / Ah… é surpresa né.
Pit / Não, não é surpresa… bem, é…
Felipe / Não deixa eles verem o set-list! (risos)
Guilherme / Eu queria fazer uma cover do SP Metal 1 inteiro, mas eles não quiseram… (risos)
Pit / Não, provavelmente não vamos tocar nada nacional não…

WHIPLASH! – Outra pergunta inevitável… O que aconteceu com Renato Graccia?
Felipe / Ele é super amigo nosso.
Guilherme / Muito amigo meu. E é um batera que eu acho muito bom.
Felipe / O clima continua muito bom, não aconteceu nada de briga, nem nada. A única coisa foi que como a gente começou a ensaiar aqui no estúdio do Guilherme meio de brincadeira e tal, foi natural.
Pit / A coisa foi surgindo muito naturalmente, porque a gente já estava tocando com ele (N.R.: Guilherme Martins), e foi rolando… A gente não pensou em voltar na última formação e nem nada.
Felipe / Normalmente as pessoas pensam “ah, trocaram o baterista, então teve alguma briga”, e não foi nada disso. Todo mundo que saiu, não teve nenhuma briga com ninguém… todo mundo sai e continua amigo ou volta, então…
Pit / E a gente tem convivido mais com o Guilherme em termos pessoais e tudo, então…
Guilherme / Rolou uma química… (risos)

WHIPLASH! – Foi lançado anteriormente um CD pela Paradoxx contendo os dois primeiros trabalhos, Soldiers of Sunrise e Theatre of Fate…
Felipe e Yves / Sério?! (risos)
Felipe / Obrigado por nos avisar! (risos)
WHIPLASH! – Gostaríamos de saber inclusive se a banda teve algum envolvimento…
Pit / É legal, porque muita gente que não teve a chance de ouvir o início da banda pode ouvir agora. Eles saíram em vinil na época.
Yves / Mas não estávamos envolvidos não.

WHIPLASH! – Existe uma versão para a mudança de formação após Theatre of Fate: os fãs exigiam mais peso, ao invés de tantas partes de música clássica, e vocais melódicos como os de André Matos. E mesmo após isso, Evolution, Coma Rage e Tem Pra Todo Mundo, foram diferentes um do outro. O que a banda pode dizer sobre as freqüentes mudanças em sua carreira?
Felipe / Na verdade isso nunca teve a ver com o André estar ou não na banda, porque mesmo nos primeiros discos ele não compunha, então… De um disco pro outro a gente sempre quis mudar…
Pit / …se o André não tivesse saído do Viper, ele ia cantar as músicas do Evolution…
Guilherme / Algumas das músicas do Evolution, estavam sendo feitas enquanto o André estava na banda ainda.
Pit / É verdade!
Felipe / Mesmo porque até as linhas vocais eram compostas pelo Pedro, e não pelo André. Então não tem muito uma relação entre uma coisa e outra assim. Provavelmente, se ele estivesse na banda, ele teria que se adaptar ao estilo. Do Soldiers pro Theatre já tem uma mudança grande… O Soldiers é bem mais cru e tal.
Pit / Por mais que a gente respeite os fãs, a gente nunca foi assim “a onda é essa, agora vamos fazer isso”. A gente sempre gostou de experimentar, de fazer coisas diferentes, de inovar no som, fazer o que a gente está ouvindo na época, essas coisas. Mantendo sempre um pouco de coerência dentro do que a gente é. A gente sempre se preocupou em compor boas canções. Não muito dependentes do estilo.
Yves / É, as pessoas falam que o Viper até o Coma Rage era rock pesado, e o Tem Pra todo Mundo destoou. Mas acho que toda banda tem isso… você vê o Black Sabbath
Felipe / As bandas que a gente têm como influência sempre tiveram isso, a cada disco fizeram coisas diferentes e tal… mesmo o Metallica; Beatles, por exemplo… Quem conhece a gente, sabe que todos os nossos discos têm um linha que une eles.
Pit / A gente não quer a monotonia de saber que a fórmula deu certo e ir nessa até…
Felipe / Seria mais fácil fazer discos todos iguais. Mas daí ficaria um negócio meio repetitivo. Algumas bandas tipo AC/DC fazem isso bem, mas depois de um tempo viraram prisioneiros de uma fórmula.
Pit / Mas eles têm uma coisa que é inegável que é a autenticidade, não é falta de criatividade. No heavy metal melódico tem muito disso, música pra músico… e a gente evita isso. O cara fica lá no show “ah, isso é uma pentatônica, uma diminuta…”
Guilherme / E fica faltando a energia do som…
Felipe / E todo mundo sabe que o Viper é uma banda de rock.
Pit / É uma banda pra divertir e não pra dar aula.

WHIPLASH! – Após a saída de André Matos, chegou a surgir a idéia de ter um outro vocalista?
Pit / Na época a gente pensou sim… sobrou pra mim. (risos)
Felipe / A gente chegou a pensar, mas como o Pit sempre compôs as linhas vocais também, então foi um negócio meio natural.
Pit / E a gente não parou de ensaiar, então eu fazia o vocal.

WHIPLASH! – O que vocês pensam do cenário metálico nacional e internacional da atualidade. O Crescimento de bandas de prog na Europa e do chamado Alterna Metal nos EUA…
Felipe / Eu não gosto muito dessas bandas… essas bandas tipo Korn, são meio barulhentas. As bandas que conseguiram misturar coisas novas com rock mais pesado tipo Rage Against The Machine, Nine Inch Nails são legais.
Pit / Dessas bandas de melódico eu não conheço muita coisa…
Yves / Tem agora o Stratovarius, o Rhapsody, mas eu nunca ouvi não.
Pit / De nacional, eu vou ouvir agora… (N.R.: sobre o show tributo)
Guilherme / Essas bandas européias de agora, cada vez fazendo um som mais segmentado do que fazia antigamente, cada vez mais progressivo, cada vez mais bem tocado… mas eu não gosto. (risos)
Felipe / Se for pra ouvir heavy metal, eu prefiro pôr The Number do Iron Maiden que Korn
Yves / Tem umas coisas com som muito limpinho e tal…
Pit / Mas a gente não é tão saudosista. Claro que dentro dessas bandas novas deve ter alguma coisa muito boa, mas… eu não conheço. (risos)
Guilherme / Eu também prefiro uma coisa mais hardcore, Black Sabbath, mais pesada, que um negócio muito melódico.

WHIPLASH! – (Pit) Há alguns anos atrás você participou e tocou em um encontro da equipe Whiplash!. Que lembranças você tem daquela noite?
Felipe / Ih, ele nunca lembra de nada. Não vai lembrar nem de onde ele foi ontem… (risos)
Pit / Lembro, é claro! Foi bem legal, a gente tocou todo mundo junto naquele bar… foi muito legal.

WHIPLASH – Bom, vocês podem finalizar…
Felipe / Obrigado a vocês todos, ao Whiplash!… A gente tem um e-mail que recebe sugestões pro set-list do show que é rebelmaniac@hotmail.com
Pit / E esperamos todo mundo no show do dia 24, ou outros shows que a gente vai fazer pelo Brasil…

 

Guilherme Martins

Guilherme Martins

 

O que fazia antes do Viper / Eu sempre fui músico, desde os 15 anos eu sempre toquei batera. Toquei com o Viper, depois com o Toy Shop, agora com Viper de novo… e não gosto de estudar. (risos)
5 melhores álbuns / Reign in Blood (Slayer); Speak English or Die (SOD), Chaos A.D. (Sepultura); Kill’ Em All (Metallica) e Theatre of Fate (Viper).
5 melhores shows / Black Sabbath Reunion (Los Angeles), Kiss (EUA), Misfits (San Diego), Metallica (Brasil/89) e AC/DC (Brasil).

 

Felipe Machado

Felipe Machado

 

O que fazia antes do Viper / Antes do Viper eu não lembro (risos). Comecei a tocar no Viper com 12 anos, só que chamava Rock Migration. A gente era amigo de prédio. Acho que a coisa mais antiga da minha memória, já é começar a tocar com o Viper. Mas eu fiz faculdade de Comunicação/Jornalismo, durante o Viper.
5 melhores álbuns / Álbum Branco (Beatles); Achtung Baby (U2); Operation: Mindcrime (Queensryche); Iron Maiden (Iron Maiden) e The Queen is Dead (Smiths).
5 melhores shows / U2 (São Paulo), Rush (Alemanha), Paul McCartney (São Paulo), Metallica (São Paulo/89) e Viper (São Paulo/Monsters).

 

Yves Passarell

Yves Passarell

 

O que fazia antes do Viper / Também comecei novo no Viper, que nem o Felipe.
5 melhores álbuns / Operation Mindcrime (Queensryche), The Number of the Beast (Iron Maiden), álbum Branco (Beatles), Californication (Red Hot), e sei lá…
5 melhores shows / Metallica (São Paulo/89), Guns/Soundgarden/Faith No More (Budapeste)…

 

Pit Passarell

Pit Passarell

 

O que fazia antes do Viper / eu entregava pizza, entre outras coisas. E durante o Viper fiz publicidade também.
5 melhores álbuns / Close to the Edge (Yes); A Day at the Races (Queen); Moving Pictures (Rush); Misplaced Childhood (Marillion) e… todos do Iron MaidenMetallica, Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin… (risos) Todos não, porque tem uns que eu não gosto… (risos)
5 melhores shows / Quando eu vou num show, a última coisa que eu faço é ver o show… Rush (Alemanha) foi legal. Sei lá, eu tô sempre bêbado no show… não lembro de nada. (risos)

Guilherme / Então me passa seus outros 4 shows? (risos) Teve Ozzy no Monsters que foi muito bom… O Toy Dolls que também foi demais, o último show do Sepultura aqui também, do Napalm Death que teve aqui… bom acabou porque eu já queimei todos os shows que ele me deu… (risos)

E-mail do Viper / rebelmaniacs@hotmail.com

Estudio Guilas
Rua Jorge Chammas, 174
Fone: 5083-8815
estudioguilas@tudoweb.com.br

Fonte: Viper – Entrevista exclusiva com a banda – Entrevistas http://whiplash.net/materias/entrevistas/001378-viper.html#ixzz22wemyEXj

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s