Black Sabbath: UOL traz reportagem com ícones do Heavy Metal nacional, confira aqui os depoimentos que ficaram de fora

Neste domingo, o site UOL trouxe depoimentos de vários ícones do metal nacional acerca da aposentadoria do precursor do Metal Internacional, Black Sabbath. Muitos outros depoimentos foram dados e você pode conferir após ler abaixo a matéria na íntegra:

Ícones do metal nacional se despedem do Black Sabbath: “Definiram o estilo”

Rodolfo Vicentini

Do UOL, em São Paulo

04/12/2016 07h00

  • Joshua Bryan (AgNews)/ Danilo Verpa (Folhapress) / André Muzell (Agnews) / Montagem

    Andreas Kisser, Edu Falaschi e Andre Matos falaram sobre a importância do Black Sabbath

    Andreas Kisser, Edu Falaschi e Andre Matos falaram sobre a importância do Black Sabbath

Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Tony Iommi se despedem dos fãs brasileiros neste domingo (4), em São Paulo. O show será a oportunidade de ver a formação original do Black Sabbath quase completa (o baterista Bill Ward não participa da reunião) pela última vez, na turnê “The End”.

“É importante estar no Morumbi e ver o repertório, os 3 juntos tocando. Infelizmente o Bill não está, mas Tony, Geezer e Ozzy é histórico”, diz Andreas Kisser, do Sepultura.

UOL conversou com diversos personagens do metal nacional para saber da relação deles com o Black Sabbath e da importância de ver grandes hits como “War Pigs”, “Children of the Grave” e “Paranoid” mais uma vez.

Joshua Bryan/ AgNews

Andreas Kisser (Sepultura)

O Black Sabbath é tudo, umas minhas bandas preferidas. É o gênesis do heavy metal, de temática, da sonoridade. Trouxe uma outra opção para o cenário musical. Sem o Sabbath não existiria Sepultura, Metallica ou Slayer. Tony Iommi é um ícone para mim, assim como Ritchie Blackmore, Jimi Hendrix e Jimmy Page. Foi principalmente Iommi que trouxe a distorção, só ouvir a introdução da música “Black Sabbath”, que tem aquele riff assustador.  Ele é um cara que até hoje é um símbolo. Eu já vi vários últimos shows de bandas que não acabavam. Em 1992, o Sepultura abriu para o Black Sabbath, vimos de perto a formação clássica junta. E era turnê de despedida do Ozzy em carreira solo, a “No More Tours”. Então tudo é possível. É importante estar no Morumbi e ver o repertório, os 3 juntos tocando. Infelizmente, o Bill Ward não está, mas Tony, Geezer e Ozzy é histórico.

Divulgação/Ricardo Ferreira

Andre Matos (Angra/Shaman/Solo)

Eu comecei a escutar Ozzy Osbourne quando saiu o “Blizzard Of Oz”, e daí, eu vim a descobrir o que foi o Black Sabbath. Mais tarde, a banda se tornou uma das minhas maiores influências. Eu acredito que o Tony Iommi é um gênio do riff da guitarra, acredito que é uma banda que conseguia tirar um som, ao mesmo tempo, extremamente pesado e, em contra partida, quase psicodélico, se você for analisar os discos do Black Sabbath a fundo, então isso acabou me influenciando em termos de composição e entrando no hall das minhas bandas prediletas.

Eu acredito que o show seja algo que não se pode perder, porque Black Sabbath existe um só, e na hora que nós presenciamos esses caras tocando, da maneira como tocam, com a idade que têm, eles são verdadeiros professores, verdadeiros mestres para quem, inclusive, já tem uma carreira, então nunca deixamos de aprender vendo o Sabbath tocar, principalmente ao vivo, creio que seja algo imperdível essa turnê de despedida. E se for, de fato, verdade que eles estão se despedindo para sempre, eu acredito ser merecido, inclusive, depois de tudo que eles já fizeram e já colaboraram com a música, eles têm todo direito do mundo de querer se aposentar e descansar merecidamente.

Instagram/caio_macbeserra

Caio MacBeserra (Project 46)

Eu estava ouvindo o Black Sabbath o dia inteiro (risos). Os caras inventaram o bagulho. Quando eles começaram, quando fizeram a formação clássica, os caras vieram com um 1º álbum totalmente diferente. Além de ser sombrio, era muito pesado para a época. E isso fez a cabeça de geral pirar. Eu conheci mesmo no álbum “Paranoid”, em “Children of the Grave”. [O show aqui é um] Fato histórico. Acho que o povo brasileiro deve se sentir privilegiado.

Divulgação

Edu Falaschi (Angra/Almah)

Meu primeiro LP foi o “Born Again”. O Ian Gillan arrepiou nesse disco. E o segundo foi “Mob Rules” [com o vocalista Ronnie James Dio]. Os 2 primeiros discos que eu tive do Sabbath não foram com o Ozzy. Depois fui ouvir as outras coisas. Eu prefiro o Ozzy na carreira solo […] A gente vai entrar numa fase da indústria musical onde os grandes ídolos vão parar. É o momento de incógnita. Porque bem ou mal esses “dinossauros” meio que puxam o mercado. Quando esses caras não tiverem mais aqui, tipo em 10 anos,  que não vai ter mais Iron Maiden ou Metallica, eu pergunto: quem vai ficar?

Reprodução

Marcello Pompeu (Korzus)

A importância deles é muito simples de dizer e a mais importante para o nosso movimento: sem eles, nao existiria o heavy metal…..eles são os criadores do estilo. Tomara que não seja a última vez que eles tocam aqui no Brasil, espero que seja apenas um “blá, blá, blá” como outros tantos de outras bandas.

Pati Patah

Rafael Bittencourt (Angra)

O Black Sabbath é o grande inventor do heavy metal. O rock pesado já existia. Ele começou a tomar caminho mais pesados com o Led Zeppelin e o Deep Purple. Mas o Sabbath definiu o estilo. Foi ele quem misturou os temas mais sombrios enquanto todos estavam no psicodelismo. Os riffs do Tony, o jeito de tocar, o power chord, tudo isso foi definindo o heavy metal. Eles foram os grandes inventores do metal. Conseguiram conectar o thrash, o doom, o black e diferentes estilos. Por um lado fico um pouco triste com a turnê derradeira. Mas fico esperançoso que seja apenas um marketing e que eles voltem.

Divulgação

Felipe Machado (Viper/FM Solo)

O Black Sabbath era uma das 3 bandas que compunham o triunvirato do rock pesado, junto com Led Zeppelin e Deep Purple. Mas o Sabbath era muito mais pesado que os outros, que eram mais influenciados pelo blues. O Black Sabbath era a banda mais maldita, mais estranha, e justamente por isso a que mais nos fascinava no começo do Viper. Enfim, é uma banda onde todo mundo que gostava de rock pesado respeitava e ouvia muito até furar o vinil. É uma pena que eles estejam se despedindo, mas temos que respeitar, porque a saúde dos caras já não é mais a mesma. Eles não precisam mais provar nada para ninguém, já estão no Olimpo do rock. Felizmente, o Viper teve a oportunidade de abrir para o Black Sabbath não uma, mas duas vezes! Foi incrível. Uma das vezes, durante a passagem de som, a guitarra do Tony Iommi estava parada ao lado do palco… eu fui lá, sem ninguém ver, e encostei nela. Daí saí pensando: “encostei na guitarra que inventou o heavy metal” uma coisa tão boba, não? Mas foi muito emocionante. Só quem é fã vai entender isso.

Lucas Vieira/Divulgação

Ricardo Confessori (Angra/Shaman)

Os caras foram os primeiros no que se diz respeito à criação do heavy metal! Riffs pesado, letras maléficas, foram os pioneiros mesmo. Eu não perderia por nada a turnê de despedida, inclusive já garanti o meu. A galera mais nova tem que ter contato com esses monstros, pois eles são a fonte, o espírito ou a origem do metal, que tanto evoluiu hoje, mas se prestarmos atenção no que é novo, veremos a ideia do Black Sabbath toda ali presente!

Honório Moreira/UOL

Thiago Bianchi (Noturnall/Arena/Shaman)

A primeira música que cantei em minha carreira de vocalista de banda de metal foi “War Pigs”. De fato, é uma das bandas responsáveis por eu ser músico hoje em dia. Para mim, o show aqui no Brasil é fantástico e ao mesmo tempo muito adiantado. Acredito que aqueles “garotos” ainda tenham muita lenha para queimar!. O heavy metal é um estilo muito sortudo de ter seus precursores ainda andando por aí. Se você pensar bem, o “bom e velho” heavy metal é na verdade ainda muito novo.

Outros depoimentos:

Alírio Netto – vocalista das bandas Age of Artemis, Khallice e HeavyPop

1 – O Black Sabbath foi umas das bandas que me despertou o gosto por um rock mais denso. Iron Man e daquelas músicas que mexem com você sem nem você perceber. Os riffs hipnotizantes do Tony Iommi e a voz meio robótica do Ozzy Osbourne despertam uma força interior que você se sente indestrutível.

2 – É triste ver o tempo chegar para nossos ídolos. Envelhecer faz parte da trajetória do ser humano e essa última turnê traz para gente que é fã um monte de sentimentos nostálgicos que nos fazem lembrar disso. Fico triste por um lado, mas entendo que sempre poderemos visitar a obra da banda através dos registros e do legado do Sabbath. Todos nós bebemos nessa fonte. Só tenho a dizer muito obrigado Black Sabbath!

Mario Pastore – vocalista das bandas Heaviest, Powerfull e Pastore

1 – O Black Sabbath foi muito importante para mim no meu início como vocalista. Eu escutei o álbum Volume 4 quando tinha uns 14 anos e no ano seguinte eu escutei o Mob Rules da fase Dio e pirei no vocal dele. Sou muito influenciado pelo Sabbath e por esse álbum em especifico. Mas sou fã de todas as fases.

2 – Quem tiver a oportunidade de assistir com a formação praticamente completa não deve perder pois é algo histórico. Realmente vale a pena!

Leandro Caçoilo – vocalista das bandas Seventh Seal, Pit Passarell: A Viper Experience, Hardshine e Sancti

1 – O Black Sabbath é a banda percursora do metal e sem eles não estaríamos aqui. Sou muito fã de todas as fases e gosto muito da era Dio.

2 – É uma ótima oportunidade para ver os gigantes do metal pela última vez reunidos, então se você é fã não perca esta oportunidade!

Junior Carelli – tecladista das bandas Noturnall, Shaman e ANIE

1 – Black Sabbath foi uma das primeiras bandas que eu peguei os riffs de guitarra para passar para o teclado, pois eu achava os riffs muito pesados e musicais, o que trazia uma curiosidade de saber como soaria nos teclados. Gosto de todas as fases do Black Sabbath e sou muito fã de toda a carreira da banda.

2- Quem é fã de Rock e Heavy Metal merece estar nesse show, não somente músicos, mas todo mundo, pois a raiz do estilo estará nesse show. É um evento imperdível e que merece ser visto por todos.

Bento Melo – baixista da banda Sioux 66

1- O Black Sabbath é uma das minhas maiores influências como músico. Me apaixonei pelos riffs de guitarra do Tony Iommi pela simplicidade, peso e força que ele tem. São características que eu sempre tento utilizar quando estou compondo.

2- É imperdível. São três dos criadores de tudo ali juntos, é histórico. É uma pena que seja uma despedida, mas isso torna o show ainda mais especial e com certeza será um espetáculo. É um evento daqueles eventos para contar para os filhos e netos que você viu.

João Gordo – vocalista da banda Ratos de Porão

Black Sabbath é a banda mais importante de história do rock mudou minha vida e de milhões de jovens dos anos 70 …. Já vi na França no Hellfest e é impressionante. Acho ótimo um final digno deixando aquele gosto de quero mais para sempre.

Marcus Dangelo, Claustrofobia

1 – Eu amo todas as fases do Black Sabbath, sem eles eu não teria descoberto esse estilo musical que é uma filosofia de vida para mim. Qualquer pessoa que goste de Heavy Metal ou Rock and Roll com atitude e sombrio tem a influência direta ou indireta do Black Sabbath, gostando ou não.  São os criadores e sua música é eterna e atemporal.

2- Mesmo sendo uma tour anunciada como a despedida sinceramente não acredito muito nisso esses caras superaram muitas coisas, acredito que passe um tempo e os caras resolvam fazer outra tour. A vida e curta e eles ainda fazem a cabeça do mundo do Heavy Metal. Independente disso sua música é atemporal e eterna.

Jonas Cafaro, baterista do Matanza    

1 – O Sabbath é daquelas bandas que ajudaram a definir o que é rock. Desde os riffs de “Iron Man” que aprendi a tocar na escola, passando pelo clima de terror da música “Black Sabbath”, ou a fase mais experimental do disco “Sabotage”, até depois que o Ozzy saiu quando consolidaram o heavy metal, mas sempre com uma pegada blues. Se eles criaram isso tudo e me considero um apreciador de rock’n’roll, como não ser fanático?

2- Eu geralmente sou extremamente contra a famigerada Pista VIP que ocupa a frente do palco e deixa os meros mortais vendo a banda bem de longe. Mas nessa última turnê acabei comprando… É essa a importância da última turnê de uma das mais importantes bandas do século passado. Uma grande pena o problema com o Bill Ward, eu como baterista gostaria muito de vê-lo no palco.

Marcão, ex Charlie Brown Jr

1 –  O Black Sabbath foi o principal responsável por eu tocar guitarra, eles são os pais do Heavy Metal!! Fizeram o que considero mais valioso na música; criaram um estilo próprio é influenciaram gerações.

2 – Oportunidade rara de assistir o Sabbath com Ozzy no vocal. É a fase que mais gosto, já assisti com o Dio e foi um dos melhores shows da minha vida! Vai ser inesquecível!!

Hugo Mariutti (Andre Matos)

O Black Sabbath foi praticamente a banda que criou o estilo. Acho muito difícil alguem que toque ou goste de heavy metal que não tenha influencia de Black Sabbath.

Triste por ser a ultima, mas faz parte do ciclo da vida.

Já fizeram muito pela musica, mereceram tudo que conquistaram. Teremos uma grande banda a menos.

Fabio Ribeiro (Remove Silence/Motorguts/ex-Shaaman-Angra)

– Black Sabbath foi uma das primeiras bandas de heavy metal que ouvi, juntamente com o Iron Maiden. Na época estavam lançando o álbum Mob Rules. Sou tecladista, mas ingressei na minha primeira banda tocando guitarra. Esta influência certamente veio de Tony Iommi e seus riffs inigualáveis! Mas eu não levava jeito para o instrumento e meus companheiros de banda me convenceram a partir para o teclado, já que eu estudava piano desde 1975. 🙂

– Uma oportunidade única para assistir os criadores do heavy metal, uma das mais icônicas bandas do planeta!

Nando Fernandes (ex-Hangar)

Ouço essa banda desde meus 6 anos de idade, adoro todas as formações e faço parte de um tributo chamado VOODOO, sobre a turnê de despedida, acho digna, e digo mais, é um momento de coroação aos criadores do Heavy metal, será um show muito emocionante!

Bruno Ladislau (Andre Matos/Brand New End)
– O Black Sabbath foi uma das bandas que me ensinou o real sentido do Heavy Metal. Independente da fase, eles sempre deram prioridade a boas composições.

– Essa turnê marca o fim de um ciclo. Cabe agora a cada um de nós continuar essa história chamada “Heavy Metal”, cada um a sua maneira.

Antonio Araújo (Korzus/One Army Away)
Não há como ser um músico de heavy metal sem ter algum tipo de influência dos caras… Eles são os pais da maldade na música pesada.

Estou ansioso por esse show… Vi da última vez em São Paulo e estarei nesse novamente. Não dá pra perder esse momento histórico.

Guilherme Martin (VIPER, TOYSHOP, FM SOLO)

O Black Sabbath com certeza foi a banda que mais me influenciou no início de minha carreira, era a grande banda underground da época, com riffs poderosos de Tonny Iommy e Geezer Butler

 e as batidas todas fora de contexto de Bill Ward.

Ozzy foi e ainda é meu grande ídolo e personalidade no rock, e influência, um dos artistas que mais li e pesquisei des de que comecei a gostar do estilo, o cara mais louco e divertido do Rock, fez tudo na vida pelos caminhos mais tortos possiveis e tornou-se uma das maiores personalidades da musica do século.
No começo dos anos 80 , encontrar algum cara com camisa do Balack Sabbath era uma identificação , como se fossemos um grupo de pessoas contra todas as convenções, mesmo às musicais.
Eu vi o Black Sabbath na tour Reunion , no inicio dos anos 2000 em Los Angeles, e foi emocionante vê-los depois de tantos anos , tocando aqueles hinos todos que marcaram minha vida!
Acho que assisti o Black Sabbath em todas as suas formações, até aquelas que eram menos glamurosas , diferentes a volta dos membros originais, mas sempre a banda me emocionou, seja com quem estivesse no line up!

Não gostaria que fosse a tour de despedida, mas infelizmente o tempo vai passando ,e faço questão de estar presente , como se eu estivesse me despedindo de alguns amigos ,  que embora nem saibam ,foram pessoas muito importantes para mim  e acredito que para uma geração de fãs que se identificaram com estes caras que sem dúvida mudaram o rock e  inventaram o Heavy Metal.

Banda Salário Mínimo

Assim como aconteceu com milhares de jovens, foi o Sabbath que nos introduziu ao mundo da música pesada. Eles nos inspiraram desde o início da nossa carreira, sendo o perfeito exemplo de como aliar tensão e melodia, à uma linguagem de fácil assimilação. É uma dádiva o Brasil estar na rota desta turnê de despedida, dando chance a todas as gerações de reverenciar, pela última vez, quem criou e deu legitimidade ao nosso amado Heavy Metal.

Ivan Busic ( Busic Brothers/ex- Dr Sin)

Bom, Black Sabbath, quando eu falo por mim, com certeza também falo pelo meu irmão, Andria Busic, a gente cresceu junto com essa coisa toda de conhecer tudo ao mesmo tempo, né… Black Sabbath é uma das nossas bandas favoritas, junto com outros medalhões como Deep Purple, Hendrix, Led Zeppelin, Van Halen, esses tipos de bandas, o Black Sabbath, com certeza mora no nosso coração, é uma grande influencia pra gente em tudo que a gente já fez. Acredito que entrou no nosso coração, no nosso sangue, tudo que o Black Sabbath já fez e suas ramificações, as carreiras solo de Ozzie, Dio e etc, sempre tem muita coisa que a gente admira, inclusive das ramificações. Mas, Black Sabbath mesmo, a banda, eu tenho tudo, todos os discos, eu e meu irmão. Pra nós, é uma coisa muito triste saber que eles vão parar, gostaria que eles pensassem como o Paul McCartney que diz: Se aposentar, pra que? Pra ficar vendo TV (risos). Eu espero que eles depois voltem, nem que seja em shows comemorativos, porque amo muito Black Sabbath, acho que é com certeza a banda, uma das 3 bandas mais pesadas de todos os tempos, é um hard rock/metal maravilhoso e é uma influência eterna pra nós, sempre vai ser algo que vai estar no nosso coração. Dificilmente eu passo uma semana sem ouvir alguma coisa do Black Sabbath. Como falei, temos tudo deles e é um som que arrepia e vai arrepiar pra sempre.

Sem contar que o Black Sabbath já foi, em centenas de oportunidades, parte dos nossos shows, tocando os covers deles, vários… Uma música chamada “It’s All Right” que era cantada pelo Bill Ward no disco, que as pessoas achavam que era do Guns’n’Roses, fez parte do nosso show por muito tempo, na época do Dr. Sin… Então é parte da nossa vida e sempre vai ser.

Puxando na lembrança, tocar no mesmo dia que eles no Monsters Of Rock foi maravilhoso e um sonho pra nós.

Fonte: http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2016/12/04/icones-do-metal-nacional-se-despedem-do-black-sabbath-definiram-o-estilo.htm

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